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No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
-Quantos rins nós temos?
-Quatro! - Responde o aluno.
-Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer  em tripudiar sobre os erros dos alunos.

-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala.. - ordena o  professor a seu auxiliar.
-E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era,  entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais  conhecido como o ‘Barão de Itararé’.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso  mestre:

-O senhor me perguntou quantos rins ‘nós temos’… ‘Nós’ temos quatro: dois meus e dois seus. ‘Nós’ é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

Enviada por VANESSA

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1. O Arco Íris de Fogo

A imagem acima da Nationa Geographic mostra uma nuvem de centenas de quilômetros quadrados ao norte de Idaho (EUA) em 3 de junho de 2006.

Não é um arco-íris de verdade, mas é um efeito semelhante, chamado de “arco circunhorizontal”, causado pela difração dos raios de sol nos cristais de gelo que formam uma nuvem tipo cirrus, o que ocorre sob condições especiais de posição entre o sol e das nuvens.

O fenômeno ocorre quando o sol está no alto do céu (mais alto do que 58º sobre o horizonte), e a luz passa através de uma nuvem diáfana tipo cirrus de grande altitude feita com cristais hexagonais. A Luz entra pela face vertical e é refratada, como em um prisma, e separada no conjunto das cores visíveis. Quando a face dos cristais está perfeitamente alinhada em paralelo com o solo o resultado é um espectro brilhante de cores que se parecem com um arco-íris.

2. O Sol Negro da Dinamarca

Durante a primavera na Dinamarca, à aproximadamente meia hora antes do pôr do sol, um bando de mais de um milhão de estorninhos malhados (Sturnus vulgaris) se unem vindas de todos os cantos para se encontrar em uma incrível formação. Este fenômeno é chamado de Sol Negro (na Dinamarca), e pode ser testemunhado no início da primavera através dos banhados do oeste daquele país, de março até a metade de abril. Os estorninhos migram, vindas do sul, e passam o dia nos prados, coletando comida e dormindo na vegetação do banhado durante a noite.

3. A onda mais longa do planeta, a Pororoca

Duas vezes ao ano, entre fevereiro e março, as águas do Oceano Atlântico invadem o rio Amazonas gerando a onda mais longa do mundo. O fenômeno conhecido como Pororoca é causado pelas marés oceânicas que encontram a desembocadura do rio. Essa maré gera ondas de até 3,5m de altura que duram por mais de 30 minutos.

O nome “Pororoca” tem origem na língua Tupi que significa “grande barulho destrutivo”. A onda pode ser ouvida por 30 minutos antes de sua chegada e é tão poderosa que carrega tudo: árvores, moradias locais e todo o tipo de animais.

A onda tem sido popular com os surfistas. Desde 1999 há um campeonato anual em São Domingos do Capim. Porém, surfar na Pororoca é extremamente perigoso, pois a água contém uma grande quantidade de destroços arrancados das margens do rio (comumente árvores inteiras).

No livro Guiness dos Recordes consta o recorde para um paranaense: RECORDE DE DISTÂNCIA DE SURFE EM POROROCA - O recorde de maior distância percorrida surfando numa onda de pororoca é de 10,1km e foi estabelecido por Sérgio Laus (Brasil), surfando na pororoca do rio Araguari, Amapá, Brasil, continuamente por 33min 15s, em 24 de junho de 2005. É o sonho de todo surfista: pegar uma onda que quase nunca acaba.

4. A chuva (extraterrestre?) vermelha de Kerala

Entre 27 de julho e 23 de setembro de 2001 esporadicamente caiu, no estado de Kerala, ao sul da Índia, uma chuva vermelha. Pesadas torrentes ocorreram nas quais a chuva tinha cor vermelha, manchando roupas com uma aparência similar à do sangue. Chuvas amarelas, verdes e vermelhas também foram registradas.

Inicialmente suspeitava-se que a chuva teria sido colorida por um meteoro hipotético que teria queimado na atmosfera, mas um estudo realizado pelo governo da Índia descobriu que a chuva tinha sido colorida por esporos aereos, carregados pelo vento, de um tipo local e prolífero de alga terrestre. No início de 2006 a chuva colorida de Kerala ganhou atenção mundial depois de que a mídia levantou a conjectura de que a cor teria vindo de células extraterrenas. Essa hipótese foi proposta por Godfrey Louis e Santhosh Kumar da Universidade Mahatma Gandhi, em Kottayam. A origem terrestre do material sólido foi confirmada por uma investigação baseada nas taxas de isótopos de nitrogênio e carbono.

5. Cabras escaladoras de árvores do Marrocos

Os caprinos escaladores de árvores são encontrados, em sua maioria, no Marrocos. As cabras as escalam por causa da fruta da árvore argânia (Argania spinosa), similar a uma oliveira. Os agricultores seguem os rebanhos de cabras à medida que passam de árvore em árvore, não porque acham engraçado ficar apontando e olhando cabras encima das árvores, mas porque dentro da fruta há uma noz que as cabras não conseguem digerir e por isso são cuspidas ou excretadas. As nozes são utilizadas para fazer óleo de argânia usado em cosméticos e na culinária. Esta noz tem sido coletada pelo povo local há centenas de anos, mas como muitas coisas úteis da natureza estes dias, as árvores estão desaparecendo gradativamente.

6. A chuva de peixes de Honduras

A chuva de peixes é comum no folclore de Honduras. Ela ocorre em Yoro entre maio e julho. Testemunhas deste fenômeno dizem que começa com uma nuvem escura no céu seguida por relâmpagos, trovões, fortes ventos e chuva durante duas ou três horas. Quando a chuva para, centenas de peixes vivos são encontrados no chão. As pessoas levam os peixes para casa para consumi-los. Desde 1998 um festival conhecido como “Festival de la Lluvia de Peces” (Festival da Chuva de Peixes) é celebrado todo ano na cidade de Yoro, departamento de Yoro, em Honduras.

7. A tempestade sem fim da Venezuela

O misterioso “Relámpago del Catatumbo” é um fenômeno natural único no mundo. Localizado onde o rio Caratumbo desemboca no lago Maracaibo (Venezuela), o fenômeno consiste em relâmpagos de nuvem entre nuvem que forma arcos voltaicos com mais de cinco quilômetros de altura durante 150 dias do ano, 10 horas por noite, 280 vezes por hora.

Essa tempestade quase permanente ocorre sobre os banhados entre o rio e o lago e é considerada o maior gerador de ozônio do planeta, julgando pela intensidade e grande freqüência das descargas. A área sofre aproximadamente 1.176.000 descargas elétricas por ano, com uma intensidade de até 400 mil amperes, visíveis a 400 km de distância. Esta é a razão pela qual a tempestade é conhecida como o “Farol Maracaibo”, pois sua luz é usada há eras por embarcações.

A colisão com os ventos provenientes dos Andes causa as tempestades e os relâmpagos, que são o resultado de descargas elétricas através de gases ionizados (metano), criado pela decomposição de matéria orgânica nos banhados. Como o metano é mais leve do que o ar ele sobe até as nuvens, alimentando as tempestades. Alguns ambientalistas locais esperam colocar a área sobre proteção da UNESCO, por ser um fenômeno excepcional e grande fonte regeneradora do ozônio.

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A maior borboleta do mundo e a Queen Alexandra Birdwing e é encontrada apenas numa pequena área das florestas tropicais ao norte da Papua Nova Guiné.

Além de grande, essa também é uma das mais raras borboletas e esta ameaçada de extinção devido a destruição do seu habitat natural.

Os machos e as fêmeas são bem diferentes entre si. O macho e menor e mais colorido. A fêmea tem colorçãoo em tons marrons e pode alcançar ate 31cm da ponta de uma asa a outra e pesar ate 12g.

Por sua raridade e tamanho, essa borboleta atinge um alto preço no mercado negro chegando a cifras de milhares de dolares por exemplar. Apesar disso, a maior ameaça continua sendo a destruição do meio ambiente para a formação de lavouras.

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Foi a erupção do vulcão Krakatoa, na Indonésia, em agosto de 1883, que chegou a ser ouvida a 4 800 quilômetros de distância! Na verdade, os especialistas acreditam que outras erupções no passado possam ter sido até mais potentes, mas a do Krakatoa foi a primeira em que a tecnologia permitiu um registro histórico confiável. Como na época já havia o telégrafo, pessoas de várias partes do mundo puderam se comunicar após a explosão, dando uma medição relativamente precisa do alcance do evento.

Quando o Krakatoa despertou meio mundo, ainda não havia sido criada uma fórmula para calcular a potência de um som, por isso não dá para apontar ao certo o número de decibéis provocado pela erupção. O que se sabe é que ela gerou uma explosão cerca de 10 mil vezes maior que a bomba atômica de Hiroshima, provocando a morte de mais de 36 mil pessoas. Hoje, um novo e pequeno vulcão chamado Anak Krakatoa (“filho de Krakatoa”) existe no lugar do original. E aumenta de tamanho a cada ano…

ERUPÇÃO DO BARULHO
Som do vulcão Krakatoa viajou dez vezes mais longe do que o som de uma explosão nuclear. O barulho partiu da ilha de Java, na Indonésia, e foi ouvido na ilha Rodrigues Maurício, a 4 800 quilômetros de distância

MEDINDO O VOLUME
Compare as potências de alguns ruídos:

- Fala humana a 1 metro de distância: 60 decibéis (db)

- Sirene a 10 m: 106 db

- Show de rock a 100 m: 120 db

- Lancamento de foguete a 30 m: 180 db

- Bomba nuclear a 5 m: 250 db

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